De olho nas vendas de Natal, o Corinthians lançou hoje a quarta camisa da temporada, um modelo que será vendido apenas para torcedores e que não será utilizado por atletas em jogos.
O modelo conta com polígonos em preto e branco que simulam o formato do estado de São Paulo e faz referência ao padrão das calçadas paulistanas, horrorosas desde os anos 60, horrorosas até hoje.
Os números da camisa aparecem na cor vermelha.
Tantos símbolos paulistanos para a Nike homenagear - e eles botam na camisa as calçadas mais feias da cidade?
E pior: querem que os torcedores comprem - R$ 249,99, masculina e feminina e infantil, R$ 229,99 - e usem isso?
O modelo principal de 2012, usado pelo Timão nas conquistas da Libertadores e do Mundial, foto abaixo, também tinha referência às calçadas da cidade, mas o desenho era bem mais suave, alternando o cinza com o branco da camisa 1 - enfim, era uma camisa bonita, nem se compara à feitura desta nova.
E custa R$ 49,99 na Netshoes.
Quem se habilita a comprar - e usar - essa camisa nova?
O Corinthians realizou nesta quarta à tarde mais um treino de preparação para o clássico contra o São Paulo, domingo, às 18h15 (Brasília), na Neo Química Arena, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro
<>
Com elenco quase completo, o técnico Vagner Mancini dividiu o grupo: os meias e atacantes fizeram um trabalho de passes e movimentação, enquanto os zagueiros e laterais, comandados pelo auxiliar técnico Anderson Batatais, participaram de um treino específico de posicionamento defensivo.
Depois, enquanto uma parte dos jogadores realizou cruzamentos e finalizações, os demais participaram de um trabalho de posse de bola e pressão em espaço reduzido.
Por fim, Mancini organizou um treino tático focado no Majestoso.
Em relação ao empate sem gols contra o Fortaleza, na semana passada, a escalação terá pelo menos duas novidades: suspenso pela expulsão, Jô deve dar lugar a Matheus Davó e Mauro Boselli, que terá seu contrato encerrado em 31 de dezembro, tem chance de ser relacionado e ficar no banco.
Já na defesa, é muito provável que o zagueiro Jemerson - foto acima - forme dupla com Gil e faça a sua estreia pelo Corinthians.
Recuperado da Covid-19, ele tem participado dos treinos normalmente.
Bruno Méndez e Marllon são as outras opções da defesa.
Um provável Corinthians para o clássico tem:
Cássio, Fagner, Jemerson, Gil e Fábio Santos; Gabriel, Cantillo e Luan; Otero, Lucas Piton (Ramiro) e Matheus Davó.
Com 30 pontos, o Timão vai chegar na rodada na 11ª posição.
Zagueiro faz trabalho com bola e se aproxima de retorno no Timão
<>
O Corinthians teve mais um dia de treinamento de olho no clássico contra o São Paulo.
O clássico acontece neste domingo, às 18h15, na Neo Química Arena, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
Nesta terça e sob a supervisão do técnico Vagner Mancini, os jogadores fizeram um trabalho de finalização no CT Joaquim Grava.
À tarde, o elenco ainda fará mais um trabalho de força no CT.
O treino do Corinthians nesta terça teve:
Cruzamentos;
finalizações;
trabalho coletivo;
bolas paradas.
O Corinthians não poderá contar com o atacante Jô na partida do fim de semana, já que ele foi expulso no empate sem gols contra o Fortaleza, na última quarta.
Uma provável escalação tem: Cássio, Fagner, Jemerson (Bruno Méndez), Gil e Fábio Santos; Gabriel, Cantillo e Luan; Lucas Piton, Otero e Matheus Davó.
A novidade do dia foi o zagueiro Léo Santos - que aparece na foto do topo.
Ele trabalhou no campo, sob a supervisão da equipe de fisioterapia do Corinthians, e fez exercícios com bola.
Mesmo assim, Léo não tem prazo para voltar a ficar à disposição na equipe.
O último jogo do zagueiro foi em março do ano passado.
Léo tem tratado um problema no joelho direito - a cicatriz da cirurgia é visível na foto acima - que se iniciou ainda em abril do ano passado, quando estava emprestado ao Fluminense.
Na ocasião, voltou a São Paulo para fazer uma cirurgia de correção de uma tendinite patelar.
Devolvido ao Timão, Léo Santos foi reintegrado ao elenco, mas sofreu fratura no mesmo joelho no mês de setembro, o que lhe exigiu uma nova cirurgia.
Torneio tem início previsto para 28 de fevereiro e contará com VAR em todas as partidas
<>
A Federação Paulista de Futebol (FPF) sorteou nesta terça os grupos do Paulistão 2021.
O torneio tem início previsto para 28 de fevereiro, quatro dias depois do encerramento do Brasileirão e a final está marcada para 23 de maio.
A novidade é a presença do VAR em todas as partidas, incluindo a fase de grupos, com os gastos custeados pela FPF – em 2020, havia árbitro de vídeo apenas no mata-mata.
Veja como ficaram os grupos:
Grupo A
Corinthians
Botafogo
Inter de Limeira
Santo André
Grupo B
São Paulo
São Bento
Ferroviária
Ponte Preta
Grupo C
Palmeiras
Ituano
Novorizontino
Red Bull Bragantino
Grupo D
Santos
São Caetano
Guarani
Mirassol
A FPF distribuirá R$ 11 milhões em premiação - o campeão ficará com R$ 5 milhões e o vice leva R$ 1,5 milhão.
A fórmula de disputa continua igual, com os times enfrentando apenas adversários dos outros grupos.
Quartas e semifinais serão disputadas em jogos únicos.
A decisão será com duas partidas.
Na reunião com os clubes também ficou decidido o aumento de cinco para sete jogadores em campo ao mesmo tempo oriundos da "lista B", destinada a atletas das categorias de base.
Os clubes também poderão inscrever nesta lista quantos atletas quiserem.
Foto do Topo: Taça do Paulistão 2021 — Fernando Vidotto/ge
Volante colombiano admite ter perdido ritmo e quer retomar confiança no Corinthians: "Voltar a jogar solto"
<>
De volta ao time titular do Corinthians e, aos poucos, convencendo o técnico Vagner Mancini sobre seu potencial em campo, o volante Victor Cantillo fez uma autoanálise da temporada.
Em entrevista coletiva virtual na manhã desta terça, admitiu ter caído de rendimento e perdido a confiança.
"Falando da minha temporada, creio que comecei bem, com grande ritmo, com confiança. Depois, baixei um pouco esse ritmo, perdi um pouco de confiança e agora estou em busca dela novamente. Para mim, o mais importante é que estou 100% para disputar os jogos. Voltar a jogar solto e tranquilo. Estou conseguindo isso. Já me senti melhor fisicamente e com a bola, também. Estou melhorando. Espero estar com confiança para dar coisas boas ao time" – disse o jogador.
Cantillo foi titular contra Fortaleza (último jogo do Corinthians) e Grêmio e agora, vive a expectativa de ser usado novamente no clássico deste domingo, às 18h15, contra o São Paulo, na Neo Química Arena, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.
"Clássico é clássico, um jogo à parte. Sabemos da importância desse jogo. Graças a Deus, conseguimos sair um pouco da zona de baixo da tabela. Ainda nos falta um pouco de profundidade, intensidade no ataque para causar mais dano no rival. Estamos trabalhando forte para isso. Rival tem qualidade, é líder, mas pensamos no nosso trabalho"– completou.
Perto de completar um ano morando no Brasil, Cantillo disse ter tido inúmeros aprendizados no período - inclusive o de como superar a Covid-19, doença que o afetou no retorno do futebol e o deixou fisicamente atrás dos demais companheiros.
São 31 jogos em 2020.
"Como eu disse, comecei em boa forma e encarei bem o objetivo. Aprendi muitas coisas aqui, sei a maneira de jogar, preciso melhorar. Eu sei. Vocês sabem. Cai um pouco. Covid, sem dúvidas, me afetou. Foram 15, 20 dias parado. Mas isso já faz tempo, tenho que retomar meu nível, retomar a confiança e ajudar a equipe ao máximo"– encerrou.
O Corinthians iniciou nesta segunda a semana de preparação para o clássico contra o São Paulo, domingo, às 18h15 (Brasília), na Neo Química Arena
<>
A atividade marcou o retorno do zagueiro Jemerson, que ficou por 16 dias afastado da rotina do CT Joaquim Grava por conta da Covid-19.
Recuperado, ele se juntou aos companheiros no campo e agora vive a expectativa de estrear no clássico do fim de semana.
Jemerson, na atividade desta segunda - Rodrigo Coca - Ag. Corinthians
"Passei um período longe, mas quero trabalhar forte nessa semana para poder ajudar e ficar à disposição para o clássico. Agradeço as mensagens de apoio e agora estou de volta ao trabalho" - disse.
O técnico Vagner Mancini promoveu dois trabalhos diferentes.
O primeiro foi um técnico em espaço reduzido, em que os times de colete precisavam recuperar a posse de bola dos adversários, que só podiam tocar de primeira.
Depois, Mancini separou o elenco em três equipes e, em meio campo, o time com a posse de bola precisava marcar o gol, enquanto os adversários buscavam recuperar a bola e sair em transição.
O Corinthians não poderá contar com o atacante Jô na partida do fim de semana, já que ele foi expulso no empate sem gols contra o Fortaleza, na última quarta.
No treino, ele recebeu uma homenagem por ter completado 200 jogos pelo clube na última rodada - veja na foto do topo, de Rodrigo Coca - Ag.Corinthians.
Uma provável escalação tem:
Cássio, Fagner, Jemerson (Bruno Méndez), Gil e Fábio Santos; Gabriel, Cantillo e Luan; Lucas Piton, Otero e Matheus Davó.
A vitória do Corinthians sobre o Avaí Kindermann na noite deste domingo na Neo Química Arena, deu ao Timão não só o bicampeonato, mas também a hegemonia no Brasileirão feminino - Técnico dedica o título às vítimas da Covid 19
<>
Nenhuma outra equipe chegou tantas vezes à final.
Com os títulos de 2018 e 2020, o Corinthians se igualou à Ferroviária (campeã em 2014 e 19), tendo sido finalista também em 2017 e 19.
A Ferrinha, por sua vez, chegou à decisão apenas nos anos em que foi campeã.
Disputado desde 2013, o Brasileirão tem cinco campeões paulistas e apenas um carioca, o Flamengo, vitorioso em 2016.
Rio Preto, Centro Olímpico e Santos fecham a lista.
O título do Corinthians chega com uma expressiva marca de Arthur Elias e sua comissão técnica: o jogo contra o Avaí foi o de número 201 pelo clube.
O Timão chegou à final nos últimos sete torneios que disputou, conquistando cinco títulos desde então.
"Acho que foi o Brasileiro mais equilibrado dos últimos tempos, tabela apertada na primeira fase, fizemos uma boa pontuação, mas sabíamos que teríamos o mata-mata depois. Foi um ano muito complicado para o mundo, Brasil. Dedico esse título, essa alegria, para todos os familiares das vítimas da Covid-19 que ainda não controlamos. Particularmente, um ano complicado para muitos. Trazer alegria nesse ano, a gente fica feliz de oportunizar. Dedicar para vítimas e que a gente possa ter um ano muito melhor o ano que vem" – disse Arthur.
Para o treinador, especialmente, não se trata do bicampeonato.
Além dos títulos com o Corinthians, Arthur também venceu o Brasileirão na edição de 2013, quando comandava o Centro Olímpico.
Outras cinco jogadoras do Corinthians também se juntam a Arthur com três conquistas de Brasileirão: Tamires, Érika, Diany, Katiuscia e Gabi Zanotti.
Veja os títulos do Corinthians feminino:
Copa do Brasil (2016)
Libertadores (2017 e 2019)
Brasileirão (2018 e 2020)
Paulistão (2019)
O JOGO
O técnico Arthur Elias decidiu levar a campo um onze inicial com: Lelê, Katiuscia, Érika, Poliana e Tamires; Ingryd, Gabi Zanotti, Diany e Giovanna Crivelari; Adriana e Gabi Nunes.
Os gols corinthianos foram marcados por Gabi Nunes, Gabi Zanotti (2) e Victoria Albuquerque.
Veja:
Primeiro tempo
Na primeira etapa, o jogo começou mais truncado e com poucas chances de gol para ambas as equipes.
No entanto, era o Corinthians quem tomava iniciativa de criar as jogadas e, aos 28 minutos, conseguiu chegar ao primeiro gol.
Após cobrança de escanteio e desvio, a bola sobrou nos pés de Gabi Nunes que não perdoou e abriu o placar para o Alvinegro.
O gol fez com o que o Timão se soltasse mais no jogo e buscasse o segundo logo em seguida.
Aos 32 minutos, novamente em cobrança de escanteio, Gabi Zanotti aproveitou falha defensiva do Avaí/Kindermann e fez mais um pro Timão.
A camisa 10 do Coringão continuava com liberdade em campo e quase marcou o terceiro gol alvinegro aos 38 minutos.
Gabi Zanotti recebeu bola na entrada da área, arriscou chute, mas a goleira do Avaí/Kindermann fez boa defesa.
Segundo tempo
A segunda etapa não começou bem para o Corinthians.
Logo aos seis minutos, o Avaí/Kindermann diminuiu a vantagem no placar.
Após bola cruzada, Zoio subiu mais que a zaga alvinegra e marcou.
Apesar do gol adversário, o Corinthians conseguiu uma rápida reação, novamente com Gabi Zanotti.
Bem posicionada, a camisa 10 do Coringão aproveitou rebote após chute de Crivelari, e de cabeça, fez o terceiro para o Timão.
O Avaí/Kindermann seguia dando trabalho e no contra-ataque conseguiu mais uma vez diminuir a vantagem imposta pelo Corinthians.
Após passe de Bruna, Lelê invadiu a área e chutou na saída da goleira corinthiana.
O contra-ataque do Corinthians também estava em dia e com Victoria Albuquerque o Timão voltou a aumentar a vantagem no marcador.
Diany deu passe na medida para a camisa 17, que só chutou na saída da goleira do Avaí e definiu a partida na Neo Química Arena.
Terminou assim, em 4 a 2 para o Corinthians, a decisão do Brasileirão Feminino de 2020.
O Rio de Janeiro ficou preto e branco em 05/12/1976! ⚫⚪
<>
Uma das maiores invasões da torcida alvinegra e um dos momentos mais icônicos de nossa história completa 44 anos hoje.
No dia 05 de dezembro de 1976, um jogo entrou para a história do futebol tendo a Fiel como personagem principal.
Na tarde daquele domingo, cerca de 70 mil alvinegros rumaram ao Rio de Janeiro e dividiram as arquibancadas do Maracanã nas semifinais do Campeonato Brasileiro, contra o Fluminense, no episódio que ficou conhecido como “Invasão Corinthiana”.
Nos dias anteriores à partida, os presidentes dos times buscavam promover a decisão e deram declarações polêmicas.
Francisco Horta, que comandava o time carioca na época, chegou a duvidar da grande presença alvinegra no jogo:
"Que os vivos saiam de casa e os mortos saiam das tumbas para torcer pelo Corinthians no Maracanã porque o Fluminense vai ganhar a partida”, afirmou.
Mesmo com a confirmação da transmissão ao vivo para São Paulo, o Bando de Loucos atravessou mais de 400 km e quebrou o recorde de volume de tráfego segundo o Departamento Nacional de Estradas de Rodagem, que foi obrigado a implantar a “Operação Corinthians”.
Desde a manhã do dia 05 de dezembro de 1976, a Fiel já pintava o Rio de Janeiro de preto e branco.
Quando os portões foram abertos, às 13h, a torcida alvinegra logo dominou boa parte da arquibancada e cadeiras do Maracanã.
Naquela ocasião, já se passavam mais de 22 anos desde a última vez em que o Corinthians levantou uma taça.
A proximidade de acabar com o jejum de títulos fez a Fiel comparecer em peso no estádio carioca, em uma época muito diferente da atual, em que não era tão fácil ir de São Paulo ao Rio de Janeiro.
Em jogo único para saber quem avançaria à final, os mandantes abriram o placar com Carlos Alberto Pintinho.
A igualdade veio aos 30 minutos do primeiro tempo.
Vaguinho cobrou escanteio, Geraldão cabeceou sem direção, mas Ruço apareceu para emendar uma meia bicicleta e fazer um golaço.
A segunda etapa foi praticamente sem futebol.
A tempestade que caiu sobre o Rio de Janeiro deixou o gramado sem condições de a bola rolar.
Mesmo assim, o árbitro Saul Mendes prosseguiu com o duelo até o fim, deixando a decisão para os pênaltis.
Na marca da cal, foi a vez de o goleiro Tobias brilhar.
Neca, Ruço, Moisés e Zé Maria fizeram para o Timão.
Rodrigues Neto e Carlos Alberto Torres pararam no arqueiro alvinegro, e o Corinthians classificou-se para a decisão.
Neste dia, há nove anos, um gênio da bola nos deixava, vitimado pelo alcoolismo
<>
Nove anos atrás. o dia 4 de dezembro caiu num domingo.
O Corinthians entraria em campo para conquistar o título do Brasileirão de 2011 contra o Palmeiras num Pacaembu lotado - mas de luto, pois horas antes, um dos seus maiores ídolos tinha morrido, aos 57 anos, vitimado por uma doença cruel, muitas vezes fatal, reconhecida como doença pela Ciência - mas que ainda é tratada por muitos como falha de caráter, vício e etc.
Sócrates Brasileiro Sampaio de Souza Vieira de Oliveira foi um gênio com a bola nos pés e como cidadão.
E caráter era o que não lhe faltava.
Curiosamente, em 1983, Sócrates disse:
“Quero morrer em um domingo e com o Corinthians Campeão”.
“Magrão”, como era chamado devido à sua fisionomia, conquistou títulos com a camisa alvinegra e é lembrado até hoje como líder político da mesma década.
Após passar sua infância no interior de São Paulo, em Ribeirão Preto, onde cultivou seu futebol, Sócrates se formou em medicina pela USP, ganhando o apelido de Doutor.
O ex-meio-campo também foi, junto com Adílson Monteiro Alves, pai do futuro presidente do Timão, um dos idealizadores do movimento histórico ‘’Democracia Corinthiana’’, ao lado de outros ídolos alvinegros, como Casagrande, Wladimir e Zenon.
O movimento, como sabemos, foi tão importante que ajudou muito a emplodir a ditadura militar sob a qual o Brasil vivia.
No Corinthians, Sócrates conquistou por três vezes o Campeonato Paulista, nas edições de 1979, 1982 e 1983.
Em seus 297 jogos disputados, ele marcou 172 gols com a camisa corinthiana.
“Magrão” também defendeu a Seleção Brasileira nas Copas do Mundo de 1982 e 1986.
O Craque Neto homenageou Sócrates no programa Os Donos da Bola de hoje.
Neto contou a história de quando ainda jogava no Guarani e correu para pedir a camisa do “Doutor” quando enfrentou o Corinthians.
A primeira chuteira que o apresentador ganhou do pai também era uma versão com assinatura do craque.
"Uma das pessoas mais importantes da minha vida"- declarou Neto, que depois, encerrou o programa com o gesto característico com que o Doutor comemorava seus gols: o punho erguido e cerrado.
Divulgação/Band
Hoje, o Globo Esporte SP fez uma linda homenagem ao Doutor.
Montou uma espécie de Memorial dele - e convidou seu eterno parça Casagrande para visitar e falar sobre o amigo - um momento de pura emoção.
Timão faz 4 a 0 contra o time de Barueri em partida realizada na Fazendinha
<>
O Corinthians venceu o Oeste por 4 a 0, na tarde desta sexta, em partida realizada na Fazendinha, pelas oitavas de final do Paulistão Sub-20, e obteve a classificação para as quartas.
O adversário será conhecido no domingo.
Os gols do Timão foram marcados por Brayan, Matheus Araujo, Vitinho e Mailson.
O Timão volta a campo no próximo domingo, agora pelo Campeonato Brasileiro, contra o Internacional, às 16h, na Fazendinha.
No torneio nacional, o Timão é terceiro colocado, com 31 pontos.
Zagueiro se recupera de Covid-19, mas pode ser reintegrado ao elenco a tempo de jogar o Majestoso
<>
De volta a São Paulo após o empate sem gols com o Fortaleza, o Corinthians realizou na manhã desta sexta o primeiro treino no CT Joaquim Grava de olho no clássico contra o São Paulo, no domingo, dia 13, na Neo Química Arena, pela 25ª rodada do Brasileirão.
O técnico Vagner Mancini ainda não pôde contar com o zagueiro Jemerson, que há duas semanas testou positivo para Covid-19.
O jogador chegou a ter sintomas da doença, mas já está melhor e deve ser reintegrado ao elenco na próxima semana.
Nesta sexta, Mancini comandou um trabalho técnico com os reservas, enquanto os titulares participaram de uma atividade em espaço reduzido, com carga menor do que a dos demais.
Tendo mais de uma semana para se preparar para o próximo jogo, o Corinthians decidiu dar folga aos atletas neste sábado e no domingo.
O elenco se reapresenta na segunda-feira.
O Timão ocupa atualmente a 10ª posição do Campeonato Brasileiro, mas tem um jogo a mais e pode ser ultrapassado no complemento da rodada, no final de semana.
O treinamento do Corinthians desta quinta foi um pouco diferente do habitual
<>
Após o empate sem gols com o Fortaleza, no Castelão, a comissão técnica alvinegra decidiu levar os jogadores à praia para um trabalho físico e técnico antes da volta a São Paulo.
Participaram do treino apenas os reservas na partida de ontem.
Além de exercícios para aprimorar o condicionamento, eles participaram de atividades tipicamente praianas, como futevôlei e altinha, brincadeira em que a bola é passada pelo alto para os companheiros.
Ao final, os atletas - na foto acima, vemos Ramiro, Cazares, Gabriel Pereira e Xavier - ainda puderam dar um mergulho nas águas da Praia de Mucuripe.
Já os atletas titulares ficaram no hotel, onde realizaram um trabalho regenerativo.
O Corinthians volta a São Paulo na tarde desta quinta e amanhã já trabalha no CT Joaquim Grava.
Defesa do Corinthians consegue feito inédito no Brasileiro, mas ataque ainda sofre
<>
Por Bruno Cassucci
Pela primeira vez no Brasileirão, o Corinthians conseguiu ficar três jogos seguidos sem sofrer gols.
O feito inédito, porém, não foi suficiente para vencer o Fortaleza, no Castelão, e o Timão chegou ao seu sétimo empate por 0 a 0 na temporada.
Se por um lado é incontestável a evolução defensiva do Corinthians desde a chegada de Vagner Mancini, por outro ainda é gritante a dificuldade da equipe em propor o jogo e encontrar espaços contra adversários bem fechados.
Em apenas uma das 11 partidas com o treinador, o Timão conseguiu fazer mais de um gol.
Desta vez, embora tenha passado ileso, o Corinthians sofreu sustos e foi salvo por Cássio e pela falta de qualidade do rival para finalizar.
Mesmo em casa, o Fortaleza adotou uma postura reativa e esperou o adversário em seu campo.
A estratégia era clara: atrair o Corinthians e explorar a velocidade de seus atacantes.
Em certa medida, é possível dizer ela que funcionou.
O Timão tinha mais a bola, mas pouco fazia com ela.
Pior, ainda dava brechas para contra-ataques, sobretudo no lado direito, onde Otero demorava a fazer a recomposição e Marllon teve atuação insegura.
O Corinthians começou mal, mas cresceu a partir da segunda metade do primeiro tempo e foi para o intervalo empatado em finalizações: 5 x 5.
No início, Gabriel foi o responsável por afundar entre os zagueiros e ajudar na iniciação das jogadas.
Percebendo que ele não conseguia quebrar linhas, Mancini mudou: recuou Cantillo, mais qualificado nos passes e lançamentos, e liberou o outro volante.
Saída de bola do Corinthians com Gabriel na linha dos zagueiros — Foto: Reprodução
Saída de bola do Corinthians com Cantillo mais recuado — Foto: Reprodução
Mesmo assim, a evolução foi tímida.
O Timão contava com jogadores que atrasavam as jogadas, seja com um toque a mais na bola, um domínio mal executado, um passe sem tanta força...
Gabriel, Cantillo, Otero e Luan não davam fluidez ao jogo.
Diferentemente do que aconteceu contra o Coritiba, na semana passada, a dobradinha entre Fábio Santos e Lucas Piton pela esquerda não deu tão acerto, até porque o veterano tinha mais obrigações defensivas dessa vez.
Para o segundo tempo, Mancini não mexeu nas peças, mas alterou o desenho tático.
Ele segurou mais os laterais e liberou os atacantes de lado para marcarem mais em cima.
Ainda assim, David conseguiu ser lançado nas costas da defesa aos 6 minutos e sair cara a cara com Cássio - o atacante acabou se atrapalhando com a bola.
O Corinthians seguiu com muita posse, mas inspiração escassa.
Jô participava pouco da partida, e nenhum dos homens de meio arriscava dribles ou jogadas individuais.
Também não havia espaço para chutes de média e longa distância.
O treinador demorou a mexer, mas quando o fez, a partir dos 17 minutos, trocou todo o meio de campo.
Mais uma vez não vimos Cazares e Luan juntos, algo que Mancini, mesmo com 10 dias para treinar até o próximo jogo, ainda não vê como possível, como explicou na entrevista.
Apesar de não ter feito por merecer a vitória, o Corinthians tem razão ao reclamar da atuação do árbitro Bráulio da Silva Machado.
Pela sexta vez no Brasileirão, a equipe terminou o jogo sem os 11 jogadores.
O cartão vermelho de Jô foi o 10º na temporada.
Alguns problemas foram corrigidos, mas muitos ainda se repetem - até por serem estruturais, fruto da montagem de elenco desequilibrada.
Sem conseguir embalar, o Timão deve se contentar em escapar do rebaixamento e com algumas pequenas conquistas.
Derrotar o São Paulo, na próxima semana, e atrapalhar o rival na busca pelo título pode ser uma delas.
Para isso, entretanto, vai ser preciso jogar mais.
O clássico será dia 13, às 18h15, na Neo Química Arena.